Categoria: Crônicas

outubro 08, 2013

O fabuloso destino

Podem me chamar de louca, mística ou esotérica, mas cada dia que passa eu acredito mais em destino. Se eu não tivesse fugido tanto das aulas de física, durante o ensino médio, certamente usaria alguma teoria convincente pra ratificar minhas observações. Já que a única coisa que ainda lembro é a fórmula da velocidade média, vou ter que apelar pra qualquer teoria empírica ou apostar na mitologia e astrologia para sustentar meu argumento. Aliás, contar um mito grego com um personagem que utilizava os oráculos e misturar com um pouquinho de psicologia analítica é o que basta para ter vontade de tatuar “maktub” na nuca. Quando eu digo que...

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